Literatura, opiniões, memórias, autobiografias, e demais diletantices.
Terça-feira, 26 de Agosto de 2014
Ah, a ternura, digo eu.

 

 

Acho que o que cada um de nós tem a dizer ao mundo é aquilo que é, e não aquilo que as pessoas devem ser. Há em ti qualquer música que não se deixa agarrar, e talvez tu mesmo deixes escoar nas mãos. Há pelo menos uma ternura profunda, de que eu sou ou fui não só testemunha  mas também  objecto. Deves procurar em ti mesmo – que ainda é o melhor livro que podes ler.

Esta carta caótica foi inspirada pela necessidade de comunicação contigo. Pressinto que atravessas uma crise. Mas o sofrimento nas pessoas que não são inertes  pode ser uma auto-revelação e mudar as nossas relações com as pessoas e com o mundo. Mas aqui começo eu a ser didáctico!

 

(Carta de António José Saraiva exilado em Amesterdão para o seu amigo Óscar Lopes em Leça da Palmeira, primeiros meses de 1971)

 



publicado por Dito assim às 19:09
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